Profissionais do magistério da rede municipal de Iguatama acertaram uma paralisação das aulas a partir do próximo dia 16, caso a Prefeitura não pagar, até a data, o reajuste salarial de 12,84% definido pelo Governo Federal para a categoria.
A categoria exige o pagamento do reajuste salarial de janeiro e de fevereiro e reivindicam também o pagamento relativo à progressão de Letras, prevista no Plano de Carreira. Segundo informações do grupo de professores, a progressão deveria ser feita a cada dois anos com reajuste de 2% nos salários, o que nunca foi feito pela atual Administração Municipal.
Outra reivindicação da categoria, é que a Prefeitura pague o reajuste salarial relativo aos meses de janeiro, fevereiro, março e abril do ano passado. Eles alegam que o reajuste foi feito em maio, sendo que o retroativo nunca foi quitado.
Membros do grupo alegam que havia uma promessa da prefeita Ivone Leite de que o pagamento com o reajuste salarial deste ano seria feito junto com o de fevereiro, o que não ocorreu. Com isso, o grupo se reuniu com diretora e secretária municipal de Educação e acertou um acordo para que os valores relativos ao reajuste sejam depositados até o próximo dia 13. “Assim que for depositado, vamos marcar nova reunião porque queremos regulamentação das nossas Letras e também pagamento do reajuste dos primeiros quatro meses do ano passado”, explicou uma professora que pediu para não ser identificada.
Prefeitura
No dia 18 de fevereiro, a prefeita Ivone Leite enviou à Câmara Municipal de Iguatama o Projeto de Lei 02/2020 que prevê reajuste salarial geral para os servidores, para o magistério e para os agentes comunitários. No entanto, no último dia 28, ela apresentou ao Legislativo o Ofício 0-036/2020 solicitando a retirada do projeto.
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