Minas Gerais

Mãe é presa após ajudar filho a esconder corpo da ex em Minas

Foto: Reprodução

A mãe do homem suspeito de espancar, matar, carbonizar e enterrar o corpo de Stefania Monteiro, de 37 anos, também foi presa nesta terça-feira (23) por envolvimento no crime. De acordo com a Polícia Civil, a mulher de 60 anos confessou que o corpo da vítima foi carbonizado no quintal da casa dela, e ela ainda colaborou com a movimentação do latão para escondê-lo. O corpo de Stefania foi encontrado no dia 5 de março, em uma estrada rural de São Sebastião do Rio Verde, cidade vizinha de Passa Quatro, no Sul de Minas.

O ex-companheiro da vítima, de 30 anos, já havia sido preso no início do mês, junto com o pai, de 66 anos, que ajudou a esconder o crime. Além da família, outro suspeito, que já estava preso, também será indiciado por envolvimento no crime. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o investigado ajudou na reconstituição do momento em que o corpo foi carbonizado e ocultado em uma estrada rural.

‘Caso Stefania’

No fim de dezembro de 2020, a família de Stefania, de 37 anos, registrou o desaparecimento dela. De acordo com a investigação, a vítima não dava notícias desde novembro. Apesar de também manter uma relação estável com outra mulher, o principal suspeito mantinha um relacionamento com a vítima, constante e público. Com isso, as autoridades colheram depoimentos dele, de testemunhas que os conheciam e da outra mulher com quem o investigado se relacionava.

A partir da investigação, a equipe da Delegacia em Passa Quatro representou à Justiça pelos mandados de prisão de pai e filho, no primeiro momento. Depois, foram expedidos os mandados contra a mãe e o outro envolvido. Depois que o corpo de Stefania foi encontrado, o resultado do exame de necropsia apontou politraumatismo como causa da morte, o que confirma que a mulher teria sido espancada antes da morte.

“Desde o início, tratamos o fato como homicídio e, através de indícios e depoimentos, conseguimos pedir os mandados e concluir as investigações acerca da autoria e do que havia ocorrido com a vítima”, afrimou o delegado Bruno Cunha.

 

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