Mais de 50 novos casos de Covid-19 foram confirmados em Divinópolis, segundo o Boletim Diário desta terça-feira (19). Nas internações, três hospitais da cidade não têm pacientes nos Centros de Tratamento Intensivo (CTIs).

A taxa de ocupação na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) é de 16,05% e no setor de enfermaria é de 26,13% – considerando saúde pública e suplementar.

Nesta divulgação, a somatória total de casos confirmados de coronavírus é de 21.506 desde o início da pandemiaNo informe anterior eram 21.453 casos positivos. O número de pacientes internados na rede hospitalar do município está em 42, no boletim anterior eram 46 pessoas hospitalizadas.

 

Dados do Boletim Diário

 

 

  • Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Roberto - está com 10% dos leitos ocupados no CTI, com três dos 30 leitos ocupados. Na enfermaria, a ocupação é de 31,25%, com 10 de 32 leitos.
  • Área atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Complexo de Saúde São João de Deus (CSSJD) - opera com 33,33% da capacidade, com quatro leitos ocupados entre os 12 no CTI Adulto. Na enfermaria, 9 dos 20 leitos estão ocupados, representando 50%.
  • Hospital Santa Mônica - não consta nenhum paciente com sintomas de Covid-19 em cada um dos Centros de Terapia Intensiva.
  • Hospital São Judas Tadeu - não consta nenhum paciente com sintomas de Covid-19 em cada um dos Centros de Terapia Intensiva.
  • A área suplementar do CSSJD - conta com 10% de hospitalizados no CTI Adulto, com um leito entre os dez disponíveis na unidade.
  • O Hospital Santa Lúcia - não consta nenhum paciente com sintomas de Covid-19 em cada um dos Centros de Terapia Intensiva.

 

 

Ocupação de leitos

Tipo Ocupação atual Ocupação do dia anterior
UTI (pública + privada) 13 16
Enfermaria (pública + privada) 29 30
Total de pacientes internados 42 46

Fonte: Prefeitura de Divinópolis

 

 

Importância da vacina

Nenhuma vacina oferece proteção de 100% contra doenças, mas todas reduzem o risco de infecção, hospitalização e morte, principalmente depois da segunda dose.

É importante lembrar que vacinas funcionam, mas não são infalíveis. Ainda assim, apesar de a probabilidade de infecção após a vacina ser pequena, quanto mais a doença estiver circulando, maior é o risco de o imunizante falhar. Por isso a necessidade de vacinar o maior número de pessoas possíveis o quanto antes.

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