A Polícia Civil do Espírito Santo investiga o caso de um homem de 37 anos denunciado por tentar comprar urina de crianças e adolescentes. Em mensagens enviadas por uma rede social, ele pede que meninas passem os endereços de onde moravam para que possa comprar o material.
📲 Siga a página do Tapiraímg TV no Instagram
O homem foi denunciado por pais de 16 garotas, com idades entre 9 e 16 anos. O suspeito é mineiro e morava em um hotel na cidade de Vila Velha (ES). A primeira denúncia foi feita no dia 13 de abril, após ele aparecer em um evento escolar em uma praia. Contudo, a comunicação do homem com as crianças teve início em novembro do ano passado.
Segundo relatou uma das crianças, o homem entrava em contato e pedia para comprar a urina. De acordo com as mensagens divulgadas pelas autoridades, o homem consumiria a urina das garotas.
A confirmação, para saber se a urina era ou não da menina, era feita por meio de vídeo, em que elas deveriam aparecer urinando. O suspeito pedia para que se encontrassem em local público para realizar a compra. De acordo com a polícia, ainda não há confirmação se alguma menina entregou a urina para o homem.
Uma empresária, mãe de uma menina de 12 anos, que foi chamada pelo homem, contou ao G1que sabia da história e a filha a alertou assim que ele entrou em contato.
“Eu já estava sabendo a história, eu entrei no perfil dele e vi que ele seguia várias amigas dela. Ele não seguia minha filha. Isso foi em janeiro. Em fevereiro, ele entrou em contato com a minha filha. Como ela sabia dessa história, ela me mostrou o celular e disse que o cara do xixi estava falando com ela”, explica.
Neste momento, a mulher pegou o celular da filha e continuou a conversa com o homem, como se fosse a criança, para tentar pegar dados do suspeito.
Ao BHAZ, a Polícia Civil informou que “os casos foram registrados na Delegacia Regional de Vila Velha. O caso seguirá sob investigação da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Outras informações não serão passadas, no momento, para não atrapalhar as investigações”.


Em