Uma médica de 44 anos foi alvo de difamação por parte do ex-companheiro com quem viveu por sete anos e tem uma filha de 4. O homem imprimiu mais de mil cartazes para fixar em postes próximos de hospitais de São Paulo, apresentando a pediatra como “a melhor opção de divertimento em redes sociais”. Nos panfletos, que ofereciam programas sexuais, foram divulgados nome, telefone, e-mail e o registro médico da vítima.
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“Foi uma violência psicológica que poderia ocasionar diversos problemas pessoais e profissionais”, disse Thaís Marafanti, delegada responsável pelo caso. A médica soube do cartaz por meio de uma colega de trabalho que ao sair do plantão encontrou o panfleto fixado em um poste. Nos dias posteriores, segundo informações do boletim de ocorrência, foram encontrados panfletos semelhantes em pelo menos três outros endereços.
A médica começou, então, a receber diversas ligações de homens interessados em contratar o programa sexual apresentado nos cartazes, e com isso ficou sabendo do ato difamatório. O investigador de polícia afirmou que funcionários de outros hospitais onde foram encontrados mais cartazes fizeram um mutirão para retirar os panfletos difamatórios.
As equipes de investigação localizar o homem responsável pela divulgação do material. No veículo utilizado por ele estavam diversos materiais para confecção de mais cartazes. Em depoimento à polícia, o ex-companheiro afirmou que ele teria tido um surto de raiva após ela ter terminado o relacionamento sem motivo.
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