Parentes e amigos do estudante de medicina Henrique Barros, morto em um acidente de trânsito na Argentina, estão passando dificuldades para liberar o corpo para o traslado até o Brasil. De acordo com Caio Corá, amigo que morava com Barros, o estudante estava de moto quando foi atingido por um ônibus na última quinta-feira (23), em Buenos Aires.
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“Esse ônibus, tudo indica acabou invadindo o sinal vermelho. Então ele acabou atingido o Henrique. O Henrique perdeu o controle e foi parar de baixo de outro carro, que estava estacionado”, contou Corá. Ele morreu no local. O motorista está preso de forma preventiva, relatou o amigo da vítima.
Dois irmãos de Barros, que tinha 32 anos, foram para a Argentina, para tentar trazer o corpo para Capitólio, no Centro-Oeste de Minas, terra natal do estudante. “A gente está vendo que é uma burocracia enorme”, contou Corá.
Segundo ele, até agora, o consulado passou poucas orientações. Ele e os irmãos da vítima vão ir ao consulado nesta segunda-feira (27), para tentar ajuda. Ainda de acordo com Corá, as dificuldades acontecem por se tratar de um crime de trânsito, que envolveu até a prisão do motorista do ônibus.
O Itamaraty informou que o consulado do Brasil em Buenos Aires recebeu o comunicado das autoridades argentinas sobre a morte de Barros no dia 23 de agosto. Disse ainda que o consulado está em contato com a família e tem prestado as orientações sobre procedimentos legais para liberação do corpo e repatriação.
Um dos irmãos do estudante de medicina, Eduardo Barros, que ficou no Brasil com a mãe dele afirmou que a família está totalmente abalada com a morte do caçula, que morava há cerca de cinco anos na Argentina. “Ele era cheio de vida. Minha mãe está arrasada”, lamentou Eduardo.
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