O motorista da Kombi escolar que capotou e deixou 13 pessoas feridas na manhã de sexta-feira (23) em São João Batista do Glória pode ter cochilado no volante, segundo a Polícia Civil. Na ocasião, o veículo caiu em um barranco de 15 a 20 metros de altura, capotou várias vezes e ficou preso à vegetação. Uma menina de 9 anos andou cerca de 4 km para conseguir socorro antes se ser internada na UTI.
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De acordo com o delegado Danilo Gustavo Silva Costa, da Polícia Civil, o próprio motorista assumiu que pode ter cochilado no momento do acidente após ter trabalhado até tarde na noite anterior. Para a Polícia Militar, ele havia dito tentou desviar de um carro e perdeu o controle da Kombi.
"Ele relata que conhecia o trajeto, que já havia feito esse trajeto várias vezes, porém que ele havia trabalhado no dia anterior como entregador de lanches até por volta das 0h. E assim foi para casa, dormiu cerca de três horas e, 3h30, ele levantou, foi para o local onde o veículo estava estacionado e, a partir de então, passou a pegar as crianças, os passageiros, em cada ponto", contou o delegado.
Foi depois de fazer esse trajeto inicial, recolhendo as crianças, que o veículo caiu no barranco, ainda na zona rural do município.
"Já no momento em que todos estavam dentro do veículo, no caminho para São João Batista do Glória, ele veio a perder o controle da kombi, da van, e caiu no desfiladeiro. Ele mesmo disse que acredita que tenha cochilado naquele instante que provocou o acidente", concluiu o delegado.
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